terça-feira, 2 de abril de 2013

sexta-feira, 15 de março de 2013

Evangelho do Dia



Evangelho (João 7,1-2.10.25-30)
Sexta-Feira, 15 de Março de 2013
4ª Semana da Quaresma




Naquele tempo, 1Jesus andava percorrendo a Galileia. Evitava andar pela Judeia, porque os judeus procuravam matá-lo. 2Entretanto, aproximava-se a festa judaica das Tendas. 10Quando seus irmãos já tinham subido, então também ele subiu para a festa, não publicamente mas sim como que às escondidas.
25Alguns habitantes de Jerusalém disseram então: “Não é este a quem procuram matar? 26Eis que fala em público e nada lhe dizem. Será que, na verdade, as autoridades reconheceram que ele é o Messias? 27Mas este, nós sabemos donde é. O Cristo, quando vier, ninguém saberá donde é”.
28Em alta voz, Jesus ensinava no Templo, dizendo: “Vós me conheceis e sabeis de onde sou; eu não vim por mim mesmo, mas o que me enviou é fidedigno. A esse, não o conheceis, 29mas eu o conheço, porque venho da parte dele, e ele foi quem me enviou”. 30Então, queriam prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele, porque ainda não tinha chegado a sua hora.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Começa o conclave que elege 266º Papa

115 Cardeais eleitores já estão na Capela Sistina para iniciarem o processo de escolha do novo Papa

Às 15h45 (11h45, no horário de Brasília), os cardeais transferiram-se do Domus Santae Marthae, onde estão hospedados, para o Palácio Apostólico, onde se desenvolverão os trabalhos do Conclave. Às 16h30 (12h30 no Brasil) eles fizeram a procissão da Capela Paolina à Capela Sistina entoando a Ladainha de Todos os Santos e o tradicional Veni Creator Spiritus, uma invocação ao Espírito Santo composta no século IX que também é cantada em outros momentos litúrgicos solenes. Toda a cerimônia é presidida pelo vice-decano do Colégio Cardinalício, Cardeal Giovanni Batista Re.
Juramento
Às 16h54 (12h54 no Brasil), os 115 cardeais eleitores fizeram um juramento, através do qual prometem votar – sem sofrer qualquer influência – naquele que será o melhor para a Igreja. Um trecho do referido juramento diz o seguinte: “Sobretudo, prometemos e juramos observar com a máxima fidelidade e com todos, seja clérigo ou leigo, o segredo sobre tudo aquilo que de alguma forma esteja relacionado à eleição do Sumo Pontífice (…) Não prestarei nenhum apoio ou favor de qualquer que seja a interferência, oposição ou qualquer outra forma de intervenção com a qual autoridades seculares de qualquer ordem ou grau, grupo de pessoas ou particulares que queiram interferir na eleição do Sumo Pontífice”.
Ao final do juramento, feito em grupo, cada cardeal diz: “E eu (nome), Cardeal (nome), prometo, me obrigo e juro”.
Em seguida, os cardeais fazem o juramento individual. Com a mão sobre os Evangelhos, eles pronunciam estas palavras em latim: “Et ego N. Cardinális N. spóndeo, vóveo ac iuro. Sic me Deus ádiuvet et hæc Sancta Dei Evangélia, quæ manu mea tango.” (Eu (nome), Cardeal (nome), prometo, me obrigo e juro. Que Deus me ajude e também estes Santos Evangelhos que toco com minhas mãos).
Após este ato, é proclamado o Extra Omnes, uma expressão latina que ordena que todos, exceto os cardeais eleitores, deixem a Capela Sistina. O momento foi conduzido pelo mestre das celebrações litúrgicas do Sumo Pontífice, Mons. Guido Marini.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Quando é hora de se casar?

Namoro é um período favorável para o conhecimento

Namorar é uma bela fase e, coincidentemente, este momento acontece na ocasião em que começamos a nos aventurar naquelas coisas que poderiam nos trazer a sonhada independência. Todas as nossas energias estão concentradas na realização de nossos projetos. Há quem prefira, primeiramente, realizar suas conquistas pessoais, isto é, estão empenhados na carreira profissional, em terminar o estudos, conseguir um bom emprego. Outros pensam em comprar uma casa, um carro, fazer viagens etc. Dificilmente, nesse momento, alguém pensaria em casar-se. Para as mulheres, além de desejarem também as mesmas coisas, elas não deixam de considerar a idade como um fator agravante, pois para elas o problema se concentra na possibilidade de que, envolvidas na busca da realização profissional, deixam de realizar, também, o sonho da maternidade.

Apesar de todas as questões, tanto homem quanto a mulher não abrem mão de viver a experiência do namoro.

Contudo, uma vez apaixonado, quem nunca se pegou pensando sobre a melhor momento para se casar? E para isso acontecer não há uma idade determinante.

Quando a pessoa acredita ter encontrado alguém para viver o resto de seus dias, os seus projetos passam a abrir espaço também para a possibilidade do casamento.

Mesmo apaixonados, sabemos que o tempo de namoro é um período favorável para o conhecimento daquela pessoa com quem poderemos, um dia, nos comprometer pelo vínculo do matrimônio. Mas isso não acontece do dia para a noite.
Desta forma, não podemos nos antecipar em estabelecer uma data ou ter aquela pessoa como o (a) esposo (a), somente porque estamos tomados por uma paixão, pois será, no decorrer do namoro, que ambos terão condições de avaliar se é por aquela pessoa que eles estarão realmente dispostos a fazer suas renúncias.

É importante ter em mente que o casamento não é uma maneira de “validar” o senso de responsabilidade de alguém, garantir a aposentadoria, tampouco remendar situações. Muitas pessoas acabam se casando por questões financeiras, por uma oportunidade para sair de casa ou por uma gravidez que acelerou os planos dos enamorados. Entretanto, nenhuma dessas situações pode garantir a felicidade que se deseja quando são assumidas como justificativas para o motrimônio. Igualmente, não será por pressão dos colegas e amigos que, por não entenderem os planos do casal dos namorados, começam a insistir em cada conversa, quando será o dia no qual os namorados pretendem, finalmente, se casar.